28 maio, 2010

Carrie voltou!

Amantes de "Sex and the City", animem-se! A segunda incursão no cinema das quatro amigas deu certo. Amém!

Depois do sofrível primeiro filme, finalmente vemos Samantha, Carrie, Miranda e Charlotte em cenas brilhantes, diálogos ofuscantes e roupas deslumbrantes nessa continuação que veio para salvar a história, destruída com o antecessor. É um prato cheio para os fãs saudosos das belas histórias de uma das melhores séries da TV mundial.

A história mostra a vida das amigas dois anos após alcançarem seus objetivos depois de seis anos na luta. Carrie em crise com seu casamento se tornando monótono, Miranda em crise com seu emprego que lhe toma todo tempo de sua vida, Charlotte não conseguindo lidar com suas filhas e Samantha entrando na menopausa (e tentando sair dela).

E dessa vez com tudo o que fez a fama da série em seus seis anos no ar. Sexo, roupas, momentos hilários e comoventes e, claro, o deslumbrante mundo da moda. E as melhores cenas ficam por conta da Samantha, que está ainda mais louca e sexualmente ativa do que antes. Completamente hilário!



27 maio, 2010

A fantasia da Studio 54

Os anos 70 foram os mais vivos - sexualmente e culturalmente - da humanidade. Barreiras foram transpostas, tabus foram quebrados e cada vez mais a juventude passou a se conhecer melhor, a experimentar e enlouquecer mais. E o grande símbolo dessa época magnífica foi a lendária casa noturna Studio 54.
Inaugurada na cidade de Nova York em 1977 pelo excêntrico Steve Rubell, a Studio 54 não marcou apenas por fazer da noite um negócio lucrativo. A ideia daquela que era o maior antro de permissividade nova iorquino da época era criar uma fantasia inacessível, frequentada pelos endinheirados americanos, pelas estrelas de Hollywood e por poucos bastardos sortudos em conseguir a aprovação de Rubell para entrar em seu reino. Todos em busca das maiores festas já vistas no mundo até então, com noites regadas a álcool, sexo, drogas e muita Disco Music.
Não é de se surpreender então pelo enorme sucesso da Studio 54, com sua fama correndo o mundo e arrebatando mais e mais adeptos de sua vida sem rótulos e regras. Era tudo novidade para aqueles que estavam acostumados com um mundo engomado e sem DST. Um lugar que prometia entregar noites de diversão e felicidade sem fim, quebrando preconceitos (e criando outros) hipnotizava qualquer um.
Atualmente a vida noturna está mais burocrática. Os excessos de antigamente não condizem mais com nosso mundo. Nossas vidas estão mais caretas, patéticas e mecanizadas. Nossas diversões se limitam a programações comportadas, praticamente castas, se comparadas aos anos 70.
Nos resta então apreciar a era da discoteca apenas pela Internet, livros e filmes. E há um filme imperdível para quem, como eu, ama a vida noturna e que se apaixonou pela história da Studio 54 (assista o trailer). O filme homônimo, lançado em 1998, com direção de Mark Cristopher e com Mike Myers e Salma Hayek no elenco, conta toda a história da casa noturna, mostrando seus principais personagens, suas loucuras e suas derrotas, até o fim daquela que foi a mais brilhante de todas as baladas.

26 maio, 2010

Torturando as criancinhas

Era só o que faltava, obrigar os estudantes da rede pública de ensino a assistirem filmes nacionais.

Imagine só, ser obrigado a assistir "Dois Filhos de Francisco", "Lula", "Se Eu Fosse Você" e os filmes da Xuxa (!). Esses políticos não tem dó das criancinhas? Arrumem outra maneira de torturá-las. Ou que pelo menos usem essa lei apenas como punição aos alunos bagunceiros. "Pichou o muro da escola?! Já para a sala assistir 'Xuxa e O Mistério de Feiurinha'!!!"

Depois quando os alunos se revoltarem e matarem todo mundo vão ver a merda que fizeram...

19 maio, 2010

Conexão Mata Atlântica

Durante o Viva a Mata - mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica, realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica de 21 a 23 de maio, na Arena de Eventos ao lado da Marquise do Parque Ibirapuera - será lançada a Conexão Mata Atlântica. Trata-se da rede oficial da ONG onde funcionários, parceiros, fornecedores, patrocinadores, jornalistas e qualquer cidadão que tenha alguma relação ou simpatia pela organização e pela Mata Atlântica podem trocar experiências e participar de fóruns e eventos online que discutirão questões ambientais. Na comunidade também será possível postar vídeos, fotos, fóruns de discussões, convidar amigos, fazer parte de grupos específicos e personalizar a página pessoal. O objetivo da comunidade, criada pela Educartis, é fomentar e articular em rede a colaboração e a troca de conhecimentos entre as pessoas que se preocupem com a Mata Atlântica.

17 maio, 2010

E o Gugu só cai…

O apresentador Gugu Liberato se mudou, de mala e cuia, para a TV Record com a promessa de balançar os alicerces da TV aberta, saturada pela monotonia e falta de sal da grade dominical. (continue lendo...)

12 maio, 2010

Marina Silva prefere a esmola

Marina Silva, pré-candidata à Presidência da República pelo Partido Verde, disse em alto e bom som que quem critica o programa assistencialista Bolsa Família o faz por nunca ter passado fome. Disse também que o programa é uma "questão de direitos humanos".

Sendo ela conhecedora da miséria e da fome, deveria saber que dar dinheiro sem pudores e regras não tira uma família da pobreza. Muito pelo contrário. Tal atitude perpetua a miséria, a preguiça e o desemprego.

Nos meses em que trabalhei em uma escola estadual em um dos bairros mais pobres da cidade de Osasco presenciei inúmeras vezes pessoas dizendo o quão felizes estavam por não precisar mais trabalhar, bastando apenas manter seus vários rebentos matriculados na escola para receber as diversas esmolas distribuídas pelo Governo.

A demonstração do desinteresse pelo trabalho causado pelo dinheiro fácil proporcionado com o Bolsa Família fica clara na baixa demanda pelos cursos profissionalizantes oferecidos aos beneficiados. O que é justificado pelo fato de correrem o risco de perder a mamadeira federal caso tenham a "infelicidade" de encontrar um emprego. Afinal, louco é aquele que acorda cedo, pega transporte público lotado e chama isso de "vida".

O mal causado pelo Bolsa Família vai além da inércia que impregna a maioria dos beneficiados. Como era de se esperar, o programa se tornou uma poderosa moeda de troca de votos, tornando praticamente impossível (e impensável) algum político propor o seu fim para dar lugar a novos projetos mais realistas e úteis ao país e seu povo. Por esse motivo, é mais do que óbvia a declaração de Marina Silva, ávida por angariar novos votos pela simpatia dos pobres. Mas seria ela uma candidata mais preparada se nos trouxesse novas ideias, deixando de lado o discurso barato e repetitivo instituído por Lula e seus aliados.

A Seleção parou Brasília

Me criticam por não acreditar no Brasil, na política e no povo, mas realmente dá para levar a sério um país com tantos problemas como o nosso ter políticos gastando tempo (e nosso dinheiro) para discutir sobre a escalação da Seleção para a Copa do Mundo?

06 maio, 2010

Fim do Belas Artes?

Um dos ícones da cultura paulistana está prestes a morrer. O banco HSBC encerrou a parceria com o Cine Belas Artes, que teve início em 2004. Agora, sem patrocínio, o cinema não conseguirá se manter, tendo de fechar as portas.

Por que os cinemas de rua no Brasil tem de ter o mesmo fim? Viram igreja, cinema pornô ou caem no esquecimento. Enquanto isso, as salas de cinema comerciais se proliferam em shoppings e estão com suas salas sempre lotadas. É uma pena uma arte tão bela e rica se limitar a combos e Coca-Cola.

Lembrando que o Belas Artes já teve sua programação considera a melhor da Capital. E é lá que acontece um dos projetos de cinema mais famosos e elogiados, o Noitão Belas Artes. Então, vamos fazer nossa parte participando da campanha pela continuidade desse que é um dos marcos da nossa cultura.

Luxuoso, mas nem tanto

Com grande estardalhaço a JHSF, uma das mais importantes construtoras do Brasil, inaugurou o auto intitulado "shopping mais luxuoso da América Latina", o Shopping Cidade Jardim. Às margens do poluído Rio Pinheiros (mais chic impossível), o empreendimento ergue-se em toda sua imponência e elegância com torres de apartamentos milionários (só a cobertura de um dos prédios chega a valer R$ 18 milhões), torres comerciais e o dito shopping, cópia perfeita de modelos Europa afora.

O grande diferencial anunciado pela JHSF na ocasião da inauguração do Cidade Jardim era sua exclusivíssima seleção a dedo das lojas a serem inauguradas lá. Nada de anúncios ao mercado de vagas para locação. Não, isso é muito pobre. O Cidade Jardim convidou cada loja que queria expor em seus corredores milionários. Hermès, Daslu (outro ícone do luxo que hoje se encontra falida), Louis Vuitton, entre outros, somente o puro do luxo mundial.

Meses depois, o inevitável: público pequeno, se comparado a outros centros do luxo paulistano, como o Shopping Iguatemi (talvez a causa seja certo rio poluído e fedorento que "tristemente" passa próximo ao shopping, espantando e irritando muitos frequentadores).

Com tanto luxo, poder e ostentação, foi para mim um grande espanto ao tomar conhecimento da lista de novas lojas que passaram a integrar o rol de ouro do Cidade Jardim. Dentre grandes nomes do setor, lojas como M. Officer, Hering, Siberian, Kopenhagen, Polishop e Colcci, facilmente encontradas em qualquer canto do Brasil, inclusive em Osasco.

Acho engraçada a sede por um mundo inacessível, distante, onde o único deus é o Amex Plantinum, mas que ao longo do tempo se deparam com o dilema de que, sem agradar a todos, correrá o risco de ter de fechar as portas. A Daslu, de Eliana Tranchesi, é o melhor exemplo que temos desse tipo de alto luxo no Brasil: breguismo, exagero, megalomania e futilidade sem sentido. Tanta ostentação sem propósito resultou na decadência do antigo tempo do consumo de luxo paulistano. Um triste fim previsto desde a inauguração da Villa Daslu, complexo em um medonho estilo neoclássico também às margens do fétido Rio Pinheiros (o que tanto veem de glamouroso naquele rio?!).

Então, quando o cinto aperta e os consumidores fogem, empresários requintados se curvam às marcas mais "populares", onde o luxo e poder não são exatamente seu foco. E isso tudo me faz pensar: por que então perder tanto tempo com frescuras?

02 maio, 2010

Além da vergonha alheia


Estou errado ou esse mocinho ultrapassou os limites do aceitável e da vergonha alheia? PELAMOR!

Por causa disso que proibirei meu filho de ter qualquer aparelho eletrônico capaz de fotografar ou filmar. E ainda considerarei a possibilidade de limitar o acesso à Internet.
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