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| O trem-balada acabará com essa cena? |
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| R$ 60 bilhões em linhas de metrô diminuiria os congestionamentos |
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| Eles precisam de trem-bala? |
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| O trem-balada acabará com essa cena? |
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| R$ 60 bilhões em linhas de metrô diminuiria os congestionamentos |
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| Eles precisam de trem-bala? |
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| Caro e luxoso. Assim será o avião da Presidente Dilma |

A consciência de vida em sociedade em harmonia com o meio ambiente está se tornando cada vez mais presente nos últimos anos, passando ser um dos principais assuntos de líderes políticos, empresariais e a população em geral. E não há momento mais propício aos debates saudáveis e que gerem resultados reais do que as eleições para Presidente da República.
Nossos candidatos se estapeiam no campo religioso e esquecem dos assuntos realmente importantes para a nação. Então nós, eleitores, devemos lembrá-los de suas obrigações e cobrar medidas reais para a preservação dos recursos naturais da nossa nação e diminuição do impacto ambiental do nosso crescente desenvolvimento.
Com isso em mente, a comunidade Avaaz, em parceria com o Greenpeace, organização mundialmente conhecida por sua luta em defesa do meio ambiente, lança a campanha "Dilma e Serra: Queremos compromissos ambientais". Assim, nossos queridos candidatos terão a chance de acordar para a realidade de um país que desmata e destrói, e que não será salvo por orações e discursos em igrejas.
A meta da campanha é conseguir 100 mil assinaturas. Faça você também sua parte e assine aqui a petição. Vamos cobrar posições sérias e que tragam o desenvolvimento sustentável ao Brasil

A corrida pela Presidência da República chegou ao segundo turno mais cristã do que nunca. Antes pautada por escândalos e quebras de sigilo, agora a disputa é para saber quem é o candidato mais cristão. Soa no mínimo estranha e sem propósito que uma discussão desse nível ainda esteja em voga em pleno século 21.
De um lado, Dilma brada que é a favor da vida e dos valores cristãos. Do outro, Serra evoca deus e diz ser um forte defensor da família. E no meio nós, eleitores, tendo de aguentar tudo isso, apenas olhando os potenciais comandantes deste país vomitando conversa fiada religiosa, esquecendo que o Estado deve ser laico, e que há assuntos mais importantes e de maior interesse à nação a serem tratados pela presidência, e que passam longe de ser o que deus aprova ou deixa de aprovar.
Vivemos em um país com milhões de pessoas de diferentes crenças. Nossa Constituição, aliás, permite que isso seja possível. Então, qual o sentido de um político se colocar como "defensor dos valores cristãos" quando parte da população não segue religiões cristãs, e outra parte nem religião tem? Qual o propósito de abominar o aborto por supostamente ser um "ato pecaminoso e condenado por deus" ao invés de tratá-lo como um problema de saúde pública, quando milhares de mulheres sem recursos financeiros recorrem a clínicas clandestinas para abortar um filho indesejado, fruto da falta de planejamento familiar e da educação deficiente que há anos contamina nosso país?
Serra e Dilma descobriram nesse segundo turno que precisam aparecer indo a igrejas, canais de TV evangélicos e opinar em favor dos religiosos em assuntos que dizem respeito à vida de milhões de pessoas que não precisam de deus, e sim de políticos menos oportunistas, que pensem a favor do país e que estejam dispostos a defender o povo brasileiro, seja ele religioso ou não. Precisamos de respostas, de propostas, de debates. Precisamos seguir o caminho do desenvolvimento, do fim da pobreza, da melhoria da saúde, da segurança e da infraestrutura. E isso só é possível com políticas públicas sérias, e não com leitura da bíblia e sessões de descarrego.
A população brasileira se encontra num certo entorpecimento com toda essa campanha de Dilma Rousseff para a Presidência, não estando mais capacitado para raciocinar adequadamente e perceber os verdadeiros fatos por trás dessa mulher que pretende suceder o Presidente Lula.
"Goela Abaixo" veio para mostrar a todos que veem em Dilma a perfeição política e a única pessoa capaz de promover um futuro melhor para o país fatos reais, documentados e amplamente divulgados pela imprensa nacional, mas que por algum motivo inexplicável sumiram da cabeça do povo e hoje são vistos como "manipulação", "preconceito contra a mulher" e todo aquele blábláblá vomitado por Lula e pelos integrantes do PT nos últimos dias para tentarem justificar o injustificável.
Assim como o primeiro debate para Presidente da República, o debate da quinta-feira passada (12) para Governador de São Paulo deixou muito a desejar. Esperei ansiosamente por uma verdadeira luta de ideias, projetos e confrontamento baseado nos grandes problemas de nosso Estado. Mas o que vi foi um grande encontro para encher linguiça. Ficamos, mais uma vez, sem a oportunidade de encontrar o melhor candidato para entregar nosso voto.
Paulo Skaf, até então meu candidato favorito ao cargo, começou nervoso demais e chutando o português, algo compreensivo já que era sua primeira participação em debates eleitorais. Mas senti falta de um embate de frente com o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin. Faltou a ele ousadia em cobrar explicações mais plausíveis de questões importantes, como transporte público, pedágios e educação.
Aloizio Mercadante optou por seguir a "linha Dilma", mencionando exaustivamente o Presidente Lula e criticando a esmo o governo do PSBD. Seu distanciamento da lógica de um debate o fez se prender a três assuntos – educação, segurança e saúde – repetindo sem parar que o problema das escolas é o crack e que a saúde e a segurança estão péssimas. Mas em momento algum ele nos deu ideias do que pretende fazer para melhorar essas áreas. E ainda me pergunto se ele realmente pensa ser um ótimo projeto instalar câmeras de segurança na porta das escolas para, em suas palavras, "afastar o crack", como se essa fosse a única solução existente para a violência nas escolas públicas. Aliás, o que o PT tem com o crack? Assim como o Mercadante, Dilma Rousseff também gravou em sua mente que esse é o principal – se não único – problema a ser resolvido.
Geraldo Alckmin sempre que perguntado sobre algo espinhoso e polêmico (a menina dos olhos para seus oponentes foi o preço abusivo e o número absurdo de pedágios) saiu pela tangente usando números e vomitando informações para mostrar grandiosidade dos feitos de seu partido no comando do Estado, desviando assim o foco do que realmente importava: por que tantos pedágios? Por que a expansão do metrô é praticamente nula? Por que a educação continua no século passado? Se depender do candidato tucano, nunca saberemos essas respostas.
Mas o brilho da noite foi Fábio Feldmann, candidato pelo Partido Verde. De fala calma, clara e objetiva, o candidato verde foi o que conseguiu melhor expressar seus ideais, quais serão suas metas para o futuro e qual é sua opinião sobre o momento atual do Estado de São Paulo.
Infelizmente grande parte do que foi vomitado no debate poderá ser aproveitado. Entre alfinetadas, velhas promessas e papo furado de político a certeza que ficou é de que nada mudará nos próximos 100 anos.

Só agora assisti a tão falada entrevista da Dilma Rousseff ao "Jornal Nacional", e digo que não achei nada de mais. Tem militante dizendo que o Willian Bonner e a Fátima Bernardes não foram imparciais, mas você reparou que eles não perguntaram nada que não fosse baseado em fatos documentados e de conhecimento público? Achei válido o questionamento sobre as alianças com Sarney e Collor, antigos inimigos declarados do PT, mas muitos disseram que isso foi "desnecessário". Engraçado como os petistas acham "desnecessário" tudo o que não seja bajulação ao Lula e a Dilma...
Mas e o que você pensa sobre a entrevista? Também tem em mente que a TV Globo planeja um golpe contra a candidatura da Dilma e tentará fazer isso mostrando às pessoas como a Dilma se sai mal ao responder coisas simples e espinhosas? Aliás, isso é muito típico dos políticos do PT.
O grande problema do PT é ver em si mesmo a salvação do mundo, a verdade absoluta. Comportam-se como uma religião, com seus fanáticos prontos a explodir ao menor sinal de pressão popular ou da imprensa. A imprensa, aliás, é sua grande inimiga, que se acha no direito de mostrar ao povo todo tipo de mazela com o bom senso e o dinheiro público. "Como pode esses jornalistas falarem mal da gente e do nosso deus, Lula?!", e "como pode esse povo ingrato dizer que o Brasil tem problemas depois do tanto que fizemos por eles, o tanto de dinheiro que lhe demos com o Bolsa Família?", é o que pensam os fanáticos religiosos petistas.

Lula anda louco para eleger sua candidata à presidência da república, Dilma Rousseff, nas eleições de 2010. E para isso, ele e sua gangue do PT e de partidos aliados andam se mexendo para aprovar projetos visando a manutenção da popularidade de nosso Presidente e de sua candidata sem sal. O mais novo projeto empenhado por nossos nobres políticos é a chamada "bolsa celular". Todas as famílias beneficiadas pelo programa de esmolas Bolsa Família receberão, de graça, um aparelho celular e uma cota mensal de R$ 7,00 para gastos em ligações, além de subsídios nas tarifas. Ao todo serão 11 milhões de famílias beneficiadas. 11 milhões de votos para Dilma em 2010.
E eu aqui me matando para pagar a conta do meu celular...

O Governador do Estado de São Paulo, José Serra, demonstra realmente querer o posto de Lula não só na presidência, mas também em se auto-promover com dados que não mostram a realidade da população. Em mais uma de suas manobras publicitárias de olho nas eleições de 2010, José Serra divulga um suposto avanço nos investimentos em segurança pública. De acordo com a divulgação, o Governo do Estado aumentou em 17,5% seus investimentos em nossa segurança. Mas é difícil acreditar numa história como essa quando vemos secretários do próprio Governador terem suas casas invadidas por bandidos.
Dizer que está empenhado no combate à violência é apenas mais uma mentira em meio a muitas outras de um Governador que visa apenas seu sonho de ser Presidente. Afinal, o que esperar de um Governo que diz melhorar o trânsito e o meio ambiente com a construção de avenidas, mesmo em meio à falência do transporte público e a mais óbvia ligação entre carros e poluição?
Quando o foco deixa de ser o bem estar da população e passa a ser o bem estar do bolso de políticos o único resultado é o caos, a desordem e o desperdício do nosso dinheiro (alguém ainda lembra da restrição aos fretados na capital Paulista?).
E por falar em políticos que só pensam em eleição, fique sabendo que ao ver a possível ameaça de Marina Silva nas eleições para a presidência, a Ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, já começa a ensaiar uma aura da sustentabilidade. Isso sim será muito engraçado...