2011 está sendo lucrativo para Hollywood. Após Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 2 alcançar seu primeiro bilhão, Transformers - O Lado Oculto da Lua é o mais novo filme a ingressar na lista de bilheterias bilionárias. (continue lendo…)
09 agosto, 2011
‘Transformers - O Lado Oculto da Lua’ ultrapassa US$ 1 bilhão
2011 está sendo lucrativo para Hollywood. Após Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 2 alcançar seu primeiro bilhão, Transformers - O Lado Oculto da Lua é o mais novo filme a ingressar na lista de bilheterias bilionárias. (continue lendo…)
08 agosto, 2011
O primeiro bilhão de ‘Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 2’
Como num passe de mágica Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 2 já arrecadou US$ 1 bilhão ao redor do mundo desde sua estreia nos cinemas. É o primeiro filme da franquia do bruxo de Hogwarts a alcançar essa marca. (continue lendo…)
21 fevereiro, 2011
Jeffrey Wigand, o homem que sabia demais
25 janeiro, 2011
Tranque as portas do guarda-roupa!
Quem nunca teve medo do Bicho-Papão que durma primeiro com a luz apagada.
"Boogeyman" (intitulado "O Pesadelo" aqui no Brasil) foi lançado em 2005 e teve na produção Sam Raimi, o diretor de "Homem-Aranha" e produtor da versão hollywoodiana de "O Grito". O filme conta a história de Timmy Jensen, um jovem que é atormentado desde a infância pelas histórias do Bicho-Papão (Boogeyman, em inglês).
Quando ainda com 8 anos, Timmy presencia a morte de seu pai, um adulto incrédulo com a existência do monstro que aterroriza criancinhas ao redor do mundo há gerações. 15 anos depois, Timmy, um adulto traumatizado pelo acontecimento, se vê de volta ao passado dos guarda-roupas tenebrosos quando sua mãe morre e ele precisa retornar a sua antiga casa (o retorno ao antigo imóvel mal-assombrado parece ser um ponto comum em todos os filmes de terror).
O filme tem todos os ingredientes de um verdadeiro besteirol para adolescentes, mas que consegue, até certa altura, agradar aqueles que gostam do gênero de terror. A história, no geral, é interessante, chegando a ser até um tanto original, mas que não se sustenta até o fim. Assim como eu, talvez você terminará de assistir se perguntando "Mas... porque ele vai atrás das pessoas?!", "De onde ele vem?!", "Por que ele existe?!". Quando o filme acaba deixando mais perguntas do que certezas, algo tem de errado. Sinto que, ao escrever o roteiro de "Boogeyman", eles se apoiaram somente na interessante ideia de um monstro do imaginário infantil, deixando de lado a parte de desenvolver um enredo igualmente original. O que faltou de conteúdo, sobrou de sustos e cenas previsíveis. Um dos poucos trunfos de "Boogeyman" fica mesmo com as belas cenas, coisa rara em filmes do gênero.
Mas parece que nada impediu o sucesso do filme mundo afora. E os milhões de dólares arrecadados serviram de inspiração para duas outras continuações, lançadas em 2008 e 2009. A julgar pelo original, não acredito que as sequências tragam coisas melhores.
10 janeiro, 2011
Salvem o Belas Artes!
Pois agora, já tendo se tornado um ícone da cultura paulistana, o Cine Belas Artes sofre seu pior ataque. O atual proprietário do imóvel, demonstrando absurda falta de visão cultural e social, anunciou que pretende construir uma loja no local do cinema.
O protesto marcado para o próximo sábado (15), às 5h da tarde, mostrará nossa indignação com a falta de políticas públicas que protejam bens culturais e contra empresários sem visão que não são capazes de ver na cultura uma fonte de elevação social e enriquecimento para a cidade e seu povo.
Leve seu apito, sua panela, ou apenas sua vontade. Vamos fazer barulho e salvar esse que é um dos resquícios que conseguiram guardar o pouco da nossa cultura de qualidade.
Local: Cine Belas Artes (Rua da Consolação, 2423)
Hora: 8h da noite
30 novembro, 2010
O fim do sonho americano
06 novembro, 2010
Aprenda geografia com James Bond
Acabo de assistir "007 Contra o Foguete da Morte" ("Moonraker"), de 1979, o 11º do agente secreto mais famoso do cinema, dirigido por Lewis Gilbert (que também dirigiu outros dois filmes da série). Dessa vez James Bond (Roger Moore) precisa impedir o vilão bem malvado e multimilionário (eles são sempre assim...) Hugo Drax de levar a cabo seu plano maligno de exterminar a raça humana. E essa busca, quem diria, leva o agente a serviço da rainha a desembarcar no Brasil.O tour começa pelo Rio de Janeiro. Para onde a câmera aponta há pessoas fantasiadas e sambando. Parece que todo mundo anda pulando de alegria e felicidade no ritmo contagiante do samba. É a cidade do carnaval, onde ninguém faz mais nada a não ser... sambar!
Com seus planos na terra do carnaval eterno não saindo como o planejado, James Bond vai de encontro ao seu chefe vestindo um lindo modelito "México encontra Rio Grande do Sul", e recebe instruções de partir imediatamente para o outro lado do Brasil que os estrangeiros conhecem, o "Norte do Amazoco" (sim, é exatamente assim que falam no filme), para continuar tentando impedir que o malvado multimilionário conclua suas maldades de higienização do planeta.
E em meio à fuga dos capangas do vilão pelos rios do "Amazoco", Bond se depara com... as cataratas do Iguaçu (!). Momento de apreensão... medo... O que ele vai fazer agora...? Mas, como sempre, o agente secreto tinha uma carta na manga e consegue sair dessa enrascada voando direto para o meio da mata, onde acaba encontrando uma... pirâmide maia (!).Está achando essa miscelânea bizarra? Então espere até ver James Bond partindo da floresta amazônica direto para o espaço sideral. E o que combina com espaço sideral? Roupas prateadas e douradas e armas de raios laser, tudo no mais puro ritmo de "Guerra nas Estrelas".
Enfim, "007 Contra o Foguete da Morte" é um completo amontoado de bobagens e limitações intelectuais. É sem dúvida um dos piores filmes da série de James Bond. E muitos vão dizer que é assim mesmo, que filmes de ação não devem seguir a realidade, numa espécie de "licença poética" do cinema. Mas lembre-se que há uma enorme diferença entre "ficção" e "avacalhação".
19 setembro, 2010
O trabalho enlouquece o homem

07 julho, 2010
Procura-se um patrocinador
28 maio, 2010
Carrie voltou!
Amantes de "Sex and the City", animem-se! A segunda incursão no cinema das quatro amigas deu certo. Amém!Depois do sofrível primeiro filme, finalmente vemos Samantha, Carrie, Miranda e Charlotte em cenas brilhantes, diálogos ofuscantes e roupas deslumbrantes nessa continuação que veio para salvar a história, destruída com o antecessor. É um prato cheio para os fãs saudosos das belas histórias de uma das melhores séries da TV mundial.
A história mostra a vida das amigas dois anos após alcançarem seus objetivos depois de seis anos na luta. Carrie em crise com seu casamento se tornando monótono, Miranda em crise com seu emprego que lhe toma todo tempo de sua vida, Charlotte não conseguindo lidar com suas filhas e Samantha entrando na menopausa (e tentando sair dela).
E dessa vez com tudo o que fez a fama da série em seus seis anos no ar. Sexo, roupas, momentos hilários e comoventes e, claro, o deslumbrante mundo da moda. E as melhores cenas ficam por conta da Samantha, que está ainda mais louca e sexualmente ativa do que antes. Completamente hilário!
27 maio, 2010
A fantasia da Studio 54
Os anos 70 foram os mais vivos - sexualmente e culturalmente - da humanidade. Barreiras foram transpostas, tabus foram quebrados e cada vez mais a juventude passou a se conhecer melhor, a experimentar e enlouquecer mais. E o grande símbolo dessa época magnífica foi a lendária casa noturna Studio 54.Inaugurada na cidade de Nova York em 1977 pelo excêntrico Steve Rubell, a Studio 54 não marcou apenas por fazer da noite um negócio lucrativo. A ideia daquela que era o maior antro de
permissividade nova iorquino da época era criar uma fantasia inacessível, frequentada pelos endinheirados americanos, pelas estrelas de Hollywood e por poucos bastardos sortudos em conseguir a aprovação de Rubell para entrar em seu reino. Todos em busca das maiores festas já vistas no mundo até então, com noites regadas a álcool, sexo, drogas e muita Disco Music.Não é de se surpreender então pelo enorme sucesso da Studio 54, com sua fama correndo o mundo e arrebatando mais e mais adeptos de sua vida sem rótulos e regras. Era tudo novidade para aqueles que estavam acostumados com um mundo engomado e sem DST. Um lugar que prometia entregar noites de diversão e felicidade sem fim, quebrando preconceitos (e criando outros) hipnotizava qualquer um.
Atualmente a vida noturna está mais burocrática. Os excessos de antigamente não condizem mais com nosso mundo. Nossas vidas estão mais caretas, patéticas e mecanizadas. Nossas diversões se limitam a programações comportadas, praticamente castas, se comparadas aos anos 70.
Nos resta então apreciar a era da discoteca apenas pela Internet, livros e filmes. E há um
filme imperdível para quem, como eu, ama a vida noturna e que se apaixonou pela história da Studio 54 (assista o trailer). O filme homônimo, lançado em 1998, com direção de Mark Cristopher e com Mike Myers e Salma Hayek no elenco, conta toda a história da casa noturna, mostrando seus principais personagens, suas loucuras e suas derrotas, até o fim daquela que foi a mais brilhante de todas as baladas.26 maio, 2010
Torturando as criancinhas
Era só o que faltava, obrigar os estudantes da rede pública de ensino a assistirem filmes nacionais.
Imagine só, ser obrigado a assistir "Dois Filhos de Francisco", "Lula", "Se Eu Fosse Você" e os filmes da Xuxa (!). Esses políticos não tem dó das criancinhas? Arrumem outra maneira de torturá-las. Ou que pelo menos usem essa lei apenas como punição aos alunos bagunceiros. "Pichou o muro da escola?! Já para a sala assistir 'Xuxa e O Mistério de Feiurinha'!!!"
Depois quando os alunos se revoltarem e matarem todo mundo vão ver a merda que fizeram...
06 maio, 2010
Fim do Belas Artes?
Por que os cinemas de rua no Brasil tem de ter o mesmo fim? Viram igreja, cinema pornô ou caem no esquecimento. Enquanto isso, as salas de cinema comerciais se proliferam em shoppings e estão com suas salas sempre lotadas. É uma pena uma arte tão bela e rica se limitar a combos e Coca-Cola.
Lembrando que o Belas Artes já teve sua programação considera a melhor da Capital. E é lá que acontece um dos projetos de cinema mais famosos e elogiados, o Noitão Belas Artes. Então, vamos fazer nossa parte participando da campanha pela continuidade desse que é um dos marcos da nossa cultura.
23 março, 2010
Evite Evita!
Por que ninguém nunca me disse que "Evita" era um aborto de filme? Quase morri de tédio assistindo aquilo. Não aguentei muito tempo e parei de assistir na metade.Quem explica aquela história de não ter falas? Fica todo mundo cantando sem parar aquelas músicas chatas (são poucas as realmente boas). O filme se salva pelo figurino belo e pelas imagens hipnotizantes (o funeral de Evita é perfeito).
E como se não bastasse, encontro só elogios na Internet. Como isso é possível?! Há pessoas que realmente acreditam que esse é o melhor musical da história da humanidade. Como?!
Mas como não poderia deixar de ser, encontrei também um comentário do também insuportável Rubens Ewald Filho onde ele faz uma monumental rasgação de seda pelo filme. Ou ele é cego e tapado para realmente gostar do filme, ou ele é muito falso e recebeu por fora para fazer comentários positivos. Mas o que esperar de uma pessoa que assiste a entrega do Oscar e comenta sobre a vida pessoal e as roupas dos artistas, não é verdade?
09 março, 2010
Sou Rebecca Bloomwood
28 janeiro, 2010
Ele não é tão popular assim...
Para fixar essa nova ideia na cabeça do público colocaram Glória Pires, que interpreta Dona Lindu, tentando nos convencer de que o filme é sim sobre a mãe do nosso Presidente. Em nenhum momento ele é mencionado na nova peça publicitária. Mascarando o verdadeiro personagem do filme tentam mudar o foco de uma produção que começou errada. Um filme que já nasceu eleitoreiro, com o apoio de estatais e empreiteiras, históricas financiadoras de políticos.
Acreditaram que a crescente (e duvidosa) popularidade do Presidente Lula faria de seu filme um grandioso blockbuster, mas, felizmente, não foi o que aconteceu. E só de imaginar que era esse filme um dos favoritos à indicação do Brasil ao Oscar penso como é pobre a percepção de qualidade do brasileiro.
22 dezembro, 2009
No estilo "faça você mesmo"
Será que alguém ainda lembra do bom e velho VHS? Foi através deles que se iniciou meu amor pelo cinema. Aquelas ruidosas e complicadas coisinhas pretas me encheram de alegrias, me assustaram e me emocionaram. E foi seguindo esse mesmo amor pelo cinema e nostalgia pelo VHS que o diretor francês Michel Gondry escreveu e dirigiu "Rebobine, Por Favor", filme estrelado por Jack Black e Mos Def.Se você é um amante do cinema como eu, não deixe de assistir.E só quero dizer que achei totalmente desnecessário adicionarem ao título em português a odiosa frase "Uma Loucadora Muito Louca". Por sorte, um filme não se faz apenas pelo título.
Amores na Big Apple

Amar Nova York é inevitável. E nem é preciso conhecer a cidade pessoalmente para cair de amores por aquela que é o centro do mundo. Agitada, cosmopolita, única, Nova York encanta qualquer um. E é nesse embalo de amor pela cidade que gira o filme "New York, I Love You", segundo filme do projeto "Cities of Love", idealizado pelo cineasta francês Emmanuel Benbihy (o primeiro filme da série é "Paris, Je T'Aime").
Composto por 12 curtas produzidos por 11 cineastas (Mira Nair, Fatih Akin, Allen Hughes, Brett Ratner, Yvan Attal, Jiang Wen, Shunji Iwai,Shekhar Kapur, Randy Malsmeyer, Joshua Marston e Natalie Portman), "New York, I Love You" mostra os diferentes amores e dissabores na magnífica Big Apple. Amores multiculturais, sem fronteiras entre sexo, crença ou raça. Seja um amor por quem lhe pede um isqueiro numa esquina qualquer, ou seja um amor de mais de 60 anos. Amor bandido, amor platônico, amor de filho. Numa cidade fria, quem diria, as pessoas amam.
Para saber onde assistir, acesse o Guia da Folha Online.
04 dezembro, 2009
Tokyo!

Formado por três curtas dirigidos por consagrados diretores (Michel Gondry, Leos Carax, Bong Joon-ho), "Tokyo!" se tornou um de meus filmes preferidos.
"Tokyo!" mostra a capital japonesa de uma forma ora melancólica, ora, apressada, sufocante e solitária, sempre de forma surreal. Cada curta ("Interior Design", "Merde" e "Shaking Tokyo") vem recheado com as melhores características de cada diretor. E são diretores bem conhecidos do público. Gondry nos deu "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança", Carax, "Os Amantes de Pont Neuf" e Joon-ho, o ótimo "O Hospedeiro" (esse um dos meus filmes preferidos).
Eu, particularmente, adorei o primeiro curta, "Interior Design". Ao assistirem, muitos se lembrarão do tão famoso livro "Metamorfose", de Franz Kafka. Mas na verdade é uma adaptação de uma história em quadrinhos chamada "Cecil and Jordan in New York", que já estou louco para ler.
Enfim, é um ótimo filme para assistir. Mais do que recomendo. E para saber onde assistir acesse o Guia da Folha Online.
23 novembro, 2009
Lula na telona
Um outro ponto que anda fazendo muita gente torcer o nariz é a forma como o filme foi financiado. Boa parte dos R$ 12 milhões gastos na produção saiu dos cofres de empresas ligadas ao Governo, seja por meio de contratos ou por repasses de verbas públicas. Das 17 empresas que repassaram dinheiro à produção do filme, 7 receberam R$ 407 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) apenas no ano de 2009.
Muitos já sabem do desejo que Lula tem em ser considerado um deus, o salvador dos brasileiros e, quiçá, da humanidade. Esse filme, então, veio para mostrar ao mundo que esse desejo de nosso Presidente pode sim ser justificado visto que sua história é digna de um mito grego.
Em resumo, "Lula, o Filho do Brasil" é a maior propaganda política que se tem notícia. Um filme que se valerá da popularidade descomunal de nosso Presidente, e que tentará emplacar essa imagem de deus surgido do sertão nordestino e que veio para nos tirar da miséria, por pura obra divina. E isso poderá (e será) usado como alavanca para a campanha de Dilma Rousseff em 2010. Realmente, um horário político como nunca antes visto na história deste país.









