21 maio, 2011
A lição dada por Amanda Gurgel
16 outubro, 2009
Apenas um nu falso

08 outubro, 2009
Pelados para chocar
Diretores, vice-diretores e coordenadores das escolas estaduais Paulistas planejam ficar nuzinhos em pelo no próximo dia 15, dia dos professores. Intitulado "Dia do Nu Pedagógico", o ato de violência à nossa integridade mental, que acontecerá no centro da cidade de São Paulo, tentará chamar a atenção do Governo do Estado para os "baixos" salários da classe.
Levando-se em conta que a idade média desses profissionais gira em torno de
22 agosto, 2009
Só mimos salvam

A Folha de São Paulo da última quarta-feira (19) mostrou uma reportagem sobre os "mimos" que muitas universidades particulares oferecem na intenção de atrair um maior número de alunos. De celulares e iPods até academias, tudo é oferecido, menos um ensino de qualidade.
A universidade em que estudo, a Anhembi Morumbi, foi citada na reportagem por oferecer gratuitamente aos seus alunos duas academias equipadas com o que há de melhor no mercado. E levando-se em conta que na avaliação federal a universidade obteve nota 3 (o Índice Geral de Cursos vai de 1 a 5) creio que uma academia não seja a melhor solução para seus alunos.
Mas também levando-se em conta o nível de interesse pelos estudos e o nível cultural dos alunos não é preciso pensar muito em quais motivos levaram a universidade a optar por oferecer academias de graça. Quando seus alunos são criaturas fúteis, verdadeiras cópias dos personagens de "Malhação", o jeito é pelo menos salvar o corpo.
02 julho, 2009
Dando férias à greve

"Companheiros e companheiras, a luta continua daqui 30 dias. Que vamos para Santos \o/".
17 maio, 2009
Não quero ser patrão!

Dê uma olhada na foto acima. São pessoas felizes por serem funcionárias.
12 março, 2009
Bolsa burocrática
Eu, o mais novo bolsista do programa, senti na pele o peso dos encontros e desencontros burocráticos promovidos pelo Ministério da Educação (MEC). Listado entre os 5 selecionados na segunda chamada, minha saga começou com um gasto de R$ 2,50 em cópias de documentos para a comprovação da minha renda familiar e mais R$ 10,00 em passagens. Mal chego na universidade e já sou informado que a relação de documentos fornecida pelo MEC no site do ProUni estava errada. A correta era muito maior. Então, volto para casa já imaginando mais uma sessão de cópias (e mais R$ 8,50) para me atormentar.
Na semana seguinte, volto à universidade (mais R$ 10,00 em passagens). Chego às 9h e saio às 16h30. E antes de efetivar minha matrícula a funcionária me passa outra relação de cópias de documentos, fotos e boletim do ENEM (nada disso fora mencionado antes). E então, saio em busca de uma lan house (mais R$ 2,00) e local para tirar fotos (mais R$ 6,00) pelo centro velho de São Paulo. Aí sim, FINALMENTE, assino o contrato e vou embora feliz da vida (e R$ 39,00 mais pobre).
Todo o processo é tão burocrático e trabalhoso que só faz estimular os candidatos a omitirem informações para não serem recusados. Quem não conhece alguém que omitiu empregos ou familiares, ou que até incluiu pessoas para ratear ainda mais a renda familiar?
Por alguns poucos reais quase sou impedido de tentar a bolsa de estudos. De acordo com o MEC, uma família com 3 pessoas e renda de R$ 1.700,00, por exemplo, poderia arcar com mensalidades de R$ 1 mil (caso do meu curso). Aparentemente não levam em conta questões como contas, comida e dívidas. Aparentemente o ministério acredita que se você quer realmente fazer faculdade essas coisas se tornam supérfluas.
Por tudo isso, não me espanta a enorme quantidade de bolsas ociosas (cerca de 46 mil só no ano passado), e que só irá aumentar, transformando o ProUni no Fome Zero da educação.
12 outubro, 2008
De quem é a culpa?
03 junho, 2008
Péssima lição!

Hoje acompanhei minha tia, que é Diretora de uma escola estadual aqui de Osasco, em um curso de capacitação de professores em LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais). Uma ação muito válida da Secretaria da Educação, isso é indiscutível. Mas era só contar o tanto de gente que estava participando da aula para ver a vontade que os professores têm em melhorar seu próprio currículo. Da escola da minha tia foram apenas ela e mais uma professora. O restante não foi por pura preguiça, ou como eu prefiro dizer, por pura vagabundice.
Em mais uma tentativa de melhorar a educação do Estado, nosso Governador José Serra decretou o limite máximo de 6 faltas por ano por motivos médicos. E nem preciso dizer o quanto os professores reclamaram. Afinal, eles se acham superiores a qualquer outro funcionário de nosso planeta e querem faltar quantas vezes quiserem.
Outro motivo de brigas é a obrigatoriedade de uma certa prova anual para avaliar se os professores sabem alguma coisa de suas matérias. Quem não passar será impedido de pegar aulas no ano seguinte. E mais uma vez eles reclamam. Mas aí eu pergunto: para que tanta preocupação? A prova será sobre o conteúdo de sua matéria. Se um professor não sabe coisas que ele deveria ensinar porque então ele está ganhando??? Professor que não presta tem que ir para rua!
Estudei minha vida inteira em escola estadual. Da 1ª série do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Então conheço muito bem as necessidades das escolas e os reais motivos para a nossa educação ser tão ruim. Não é por dinheiro e muito menos por vontade política. É por incompetência de professores e diretores, esses sim os únicos que podem realmente fazer uma enorme diferença dentro de uma escola, mas que ao invés disso preferem perder seu tempo reclamando e reivindicando coisas que não têm direito.
Eu sempre fui e morrerei sendo contra qualquer tipo de greve. E sou ainda mais contra greve de professores. Pessoas que não têm a coragem de assumir suas responsabilidades como educadores e fazer alguma coisa útil pelo futuro dessa joça de país.
18 abril, 2008
Questão de inutilidade
Incentivam o "decoreba" e esquecem que ninguém aprendeu nada, ninguém sabe nada. Apenas passaram alguns anos em cursinhos decorando os resultados das provas. Ignoram habilidades e capacidades características de cada pessoa, coisas que nunca poderão ser medidas com questões absurdas como as que a Fuvest aplica em suas provas. Se você pretende fazer jornalismo ou publicidade para que diabos terá que saber coisas específicas de matemática ou física, já que nada disso fará parte da sua vida acadêmica e profissional?
A educação no Brasil é ridícula. Nos fazem perder tempo decorando ao invés de nos preparar para o mercado de trabalho. Isso mostra o quanto somos atrasados, pobres. Em relação à educação oferecida nos Estados Unidos e Europa dá para ter uma noção do quanto os Governos passados e o atual ignoram a educação.
Já é hora de uma mudança nesse sistema. E uma mudança maior ainda na forma de ingressar nas universidades. Chega de provas idiotas que não mostram nada sobre o candidato. É hora de avaliar as pessoas não pelas coisas sem sentido que elas decoraram, e sim pelo que elas poderão agregar à universidade e pelo seu potencial de sucesso no futuro profissional.






